"Por mares nunca dantes navegados." (L. Camões)

Colégio
Estadual Professora Adélia Martins SEEDUC-RJ


Ensino Fundamental: 6° ao 9° ano
Ensino Médio: Formação Geral
EJA: Ensino de Jovens e Adultos

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Projeto Cineclube nas Escolas



COMEÇAM HOJE AS INSCRIÇÕES PARA O PROJETO CINECLUBE NAS ESCOLAS


Iniciativa inédita vai promover a criação de espaços de cinema nas unidades da rede estadual de ensino

                Estão abertas as inscrições para o projeto Cineclube nas Escolas. A iniciativa é uma parceria das secretarias de Estado de Educação e de Cultura, por meio do programa Cinema para Todos. O objetivo é promover a criação de um circuito de cineclubes nas escolas com a instalação de salas de cinema em 30 unidades da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro. Para participar da seleção, os colégios devem conhecer o regulamento de convocação e se inscrever no site do Cinema Para Todos – www.cinemaparatodos.rj.gov.br. O prazo termina às 18h do dia 20 de setembro.
              A seleção das escolas será feita de 20 a 28 de setembro. As escolas selecionadas receberão um kit de equipamentos de áudio e vídeo (incluindo telão de 100 polegadas, projetor multimídia, leitor de DVD, mesa de som, caixas acústicas amplificadoras e microfone, entre outros) e acervo de DVDs com direitos de exibição liberados para esta atividade. Antes da inauguração dos cineclubes prevista para o início do ano letivo de 2013, alunos e professores receberão uma oficina de capacitação cineclubista, na qual serão abordadas as questões técnicas, pedagógicas e gerenciais para a manutenção de um cineclube dentro da escola.
           Os cineclubes implantados nas escolas deverão realizar sessões semanais para a comunidade escolar, a partir do acervo de filmes disponibilizado pelo programa Cinema Para Todos.
           A divulgação do resultado desta convocação será no dia 1º de outubro, no site do Cinema Para Todos – www.cinemaparatodos.rj.gov.br.
          A ação pretende proporcionar a alunos e educadores uma nova experiência de envolvimento com o audiovisual, além de fortalecer a atividade cineclubista em diversos municípios do Estado.
          O cineclubismo tem um papel estratégico na democratização do acesso e na difusão de importantes obras audiovisuais muitas vezes preteridas no mercado exibidor. A implementação de cineclubes em escolas traz a conjugação de educação e cultura através de exibição de filmes e debate. Com mais esta ação, a meta do Cinema Para Todos é alcançar mais 200 mil espectadores entre alunos e educadores da rede pública estadual de ensino.

Sobre o Cinema Para Todos

            O programa Cinema Para Todos tem por objetivo estimular e democratizar o acesso dos alunos da rede estadual do 9º ano do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e do segmento Ensino de Jovens Adultos às salas de cinema. O programa atua em duas frentes: organizando sessões exclusivas para escolas e promovendo a distribuição de vales-ingresso gratuitos, que podem ser utilizados em qualquer dia e hora nas 65 salas de cinema conveniadas em todo o Estado, para todos os filmes brasileiros em cartaz, inclusive finais de semana e feriados, sem obrigação de uniforme ou apresentação de caderneta escolar.
          O Cinema para Todos já levou às salas de cinema mais de 700 mil espectadores de mais de mil escolas da rede estadual, que puderam assistir a mais de 100 filmes nacionais. Para este segundo semestre, estão previstas mais estreias de filmes nacionais que poderão ser vistos pelos alunos e professores.
           Os vales-ingresso podem ser retirados nas escolas pelos alunos, seguindo a classificação indicativa de cada filme. Em alguns casos, as sessões agendadas pelas escolas contam com a presença de direção e elenco dos filmes exibidos.
           O agendamento pode ser feito por e-mail: agendamento@cinemaparatodos.rj.gov.br ou por telefone (21-2220-3638 e 21-2524.6647). O programa promove também oficinas de videointeratividade e encontros pedagógicos com os professores.






Projeto Onda Azul

Parabéns alunos do Projeto Onda Azul.


Turma 601:  Fabiane da Costa Duarte, Gelson Silva dos Santos Magalhães, Kathleen Ramalho de Andrade P. Rodrigues, Lucas de Castro Corrêa Araújo, Mariane Carvalho dos Santos, Rafaela Ferreira Souza, Rafaela Souza da Silva, Tábata Oliveira de Souza Faria, William Araújo Menezes e Tayná Elaine de O. Pitz.


Turma: 602:  Marcelo Alessandro Azevedo Marques, Nicolly Eduarda Tavares de Oliveira, Thaynara Rodrigues Ribeiro da Silva, Alan Gomes da Silva e Pedro Paulo Medeiros e Silva.


Turma 604:  Ana Flavia de Oliveira Melo, Ana Luisa Alves da Silva, Gabriele da Silva Aguiar dos Santos, Isaias de Araújo, Raiane Pereira da Conceição.

 

Turma 605:  Franciele Lopes da Silva, Leonardo Bernardes Rodrigues Júnior e Samara Vieira Tavares.




Turma 701:  Allan Monteiro Verdan, Charlles Araújo Menezes, Everton Luiz de Souza Guimarães, Guilherme Pires da Silva, João Pedro Nogueira da Silva, Luany Nascimento da Silva Bastos, Lucas Botelho Antunes, Lucas de Oliveira Pereira, Paulo Roberto Nuyens Leme, Vanessa Macedo da S. Rodrigues e Wellen Conceição de Jesus.
 
 
Turma 702:  Douglas da Silva Serra, Douglas de Marins de Araújo, Evelyn Pernambuco da Silva, Felipe Miguel da Silva, Guilherme Ramos Pinto, Gustavo dos Santos Souza, João Vitor Sampaio da Cruz, Mariana Caroliny Araújo de Jesus, Tamara Ferreira Rodrigues e Victor Silva de Lima.
 
Turma 703:  Iasmin da Silva Santos e Lucas Rangel Rodrigues.

 
Turma 704:  Davi Monteiro Miranda e Felipe dos S. Correa.
 
 
Turma 801:  Christian de Moura Correa, Débora Emília Moura Cunha, João Winicius Cardozo Silva, Luanny Guimarães Cardozo, Thatyelle Soares Gomes, Vitória Paulo da Silva.



Turma 802: Andressa Carvalho Alves, Jaziel de Souza Silvae e Jhonatan Pereira Caldas de Alvarenga.

 

Turma 803:  Karina da Silva P. Correa Barbosa

 

Turma 804:  Thales Araújo Costa

 
Turma 901:  Lucas Teixeira Martins e Sabrina Vieira Tavares
 



Turma 903:  Laís da Costa Cerqueira Almeida, Roberta dos Santos, Yara Souza da Costa, Gabriele da Silva Borgese Gabriele Borges

 


Turma 1001: Ana Claudia Leita, Andreza Marins Pinto, Joyce Letícia dos Santos e Nikoly Barbosa da Silva.



Turma 1002: Dayane Hellen S. do Nascimento.

 

Turma 1003: Juliana de Araújo Alexandre e Thaynara Lima de Oliveira


Turma 2001: Bianca Micaella Santos, Bruno Bernardo dos santos e Michel da Silva Borges.


Turma 2002:  Beatriz B. da Conceição Fernandes e Raquel da S. Costa.

 

Turma 3001:  Ingrid Souza Correia, Sabrina de L. Pereira, Shirley S. da F. Bezerra, Thamiris Souza Azevedo, Thuani Coutinho Gomes e Vinicius da Conceição Silva.

 







































































 


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Apresentação do Coral

O Coral Nós somos o futuro, fez uma apresentação no auditório da UERJ_SG, no Encontro das promotoras de SG com diretores e alunos das escola públicas.








terça-feira, 21 de agosto de 2012

SEEDUC lança novas funcionalidades ao portal do professor






Para mais informações acesse aqui!


A Secretaria de Estado de Educação está investindo em um novo modelo de Tecnologia Educacional, que tem como objetivo de disponibilizar conteúdos pedagógicos digitais, alinhados ao Currículo Mínimo e incentivar sua utilização por meio dos equipamentos de tecnologia educacional, disponíveis na unidade escolar.
A partir da próxima segunda-feira (13/08), esses conteúdos pedagógicos serão disponibilizados no Portal Conexão Professor da rede estadual de ensino do Estado do Rio de Janeiro, junto ao Currículo Mínimo de todos os componentes curriculares. São eles: Orientações Pedagógicas, documento complementar ao Currículo Mínimo que oferece sugestões de atividades, pontos de interdisciplinaridade, referências virtuais e bibliográficas e Objetos Pedagógicos Digitais totalmente alinhados ao Currículo Mínimo, oferecendo mais recursos para tornar as aulas mais dinâmicas e próximas da atual sociedade digital. Todos esses recursos estão organizados por ano/série, bimestre e habilidade/competência, de forma que sua pesquisa seja rápida e objetiva.
Esperamos que os professores da rede estadual se apropriem dessas ferramentas, estimulando o surgimento de novas práticas didático-pedagógicas. Por meio da tecnologia da educação, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico, participativo e interativo. Desse modo, será possível envolver os alunos, de forma lúdica e criativa, no processo de desenvolvimento das competências/habilidades previstas pelo Currículo Mínimo.
Esse novo espaço é do professor e estará sempre aberto para sugestões, a fim de que os recursos sejam aperfeiçoados e adequados à prática pedagógica da rede. Acessewww.conexaoprofessor.rj.gov.br e participe!


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Visita do EM a ABL


         A Academia Brasileira de Letras inaugurou no dia 31 de julho, exposição em homenagem ao centenário de nascimento do Acadêmico e escritor Jorge Amado, que se completará no dia 10 de agosto de 2012. Trata-se de mais uma das comemorações programadas pela ABL para este ano em memória do autor baiano.
         O Adélia Martins na exposição em homenagem ao escritor Jorge Amado.


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

IDEB do Rio de Janeiro mudou da 26ª posição para a 15ª

O secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia, concedeu, nesta quarta-feira (15/08), entrevista coletiva a imprensa para falar sobre a divulgação do ranking Ideb 2011(Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). A rede estadual do Rio de Janeiro subiu, em apenas um ano, 11 posições, saindo da 26ª para a 15ª colocação no Ensino Médio. Foi, ao lado de Goiás, o estado que alcançou o maior número de posições.- Essa evolução é reflexo de um conjunto de ações sincronizadas. Quando assumimos, em janeiro de 2011, a nossa visão de futuro era ruim. Com o esforço conjunto, além de reverter o quadro, conseguimos alcançar as metas estabelecidas – afirmou o secretário. 

IDEB: Ensino Médio, Rede Estadual
IDEB
Unidades da Federação 2005 2007 2009 2011 Posição em relação a 2009
1 Santa Catarina 3,5 3,8 3,7 4,0 1
2 São Paulo 3,3 3,4 3,6 3,9 4
3 Paraná 3,3 3,7 3,9 3,7 -2
4 Minas Gerais 3,4 3,5 3,6 3,7 1
5 Goiás 2,9 2,8 3,1 3,6 11
6 M. G. do Sul 2,8 3,4 3,5 3,5 1
7 Roraima 3,2 3,1 3,5 3,5 2
8 Tocantins 2,9 3,1 3,3 3,5 4
9 Amazonas 2,3 2,8 3,2 3,4 4
10 R. G. do Sul 3,4 3,4 3,6 3,4 -6
11 Ceará 3,0 3,1 3,4 3,4 0
12 Rondônia3,03,13,73,3-9
13Acre3,03,33,53,3-5
14Espírito Santo3,13,23,43,3-4
15Rio de Janeiro2,82,82,83,211
16Distrito Federal3,03,23,23,1-2
17Pernambuco2,72,73,03,10
18Mato Grosso2,63,02,93,13
19Amapá2,72,72,83,04
20Maranhão2,42,83,03,0-2
21Bahia2,72,83,13,0-6
22Piauí2,32,52,72,95
23Paraíba2,62,93,02,9-4
24Sergipe2,82,62,92,9-2
25R. G. do Norte2,62,62,82,8-1
26Pará2,62,33,02,8-6
27Alagoas2,82,62,82,6-2
RJPúblico e Privada3,33,23,33,7
BRASIL3,03,23,43,4

Na ocasião, o secretário explicou que a melhoria se deu, principalmente, por causa da evolução da proficiência (indicador que mede a aprendizagem dos alunos). Nesse quesito, o Estado do Rio foi o que mais avançou entre os estados da Federação. Isso se traduz na melhoria da qualidade do serviço prestado aos alunos e, ainda, na redução da desigualdade entre as diversas escolas da rede estadual
Segundo ele, outro fator que contribuiu para a evolução do estado foi a implantação das avaliações diagnósticas (Saerj e Saerjinho), que fortaleceram a prática pedagógica dos professores
- As avaliações periódicas nos permitem conhecer as habilidades e competências dos alunos. O nosso desejo é que as famílias se envolvam mais e incentivem a participação dos estudantes – disse Risolia.
“Foi um resultado maravilhoso para uma rede que estava em penúltimo lugar na última avaliação. Conseguimos alcançar as metas estabelecidas no início de 2011, quando implementamos o Planejamento Estratégico da Seeduc”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia.
A melhoria se deu, principalmente, por causa da evolução da proficiência (indicador que mede a aprendizagem dos alunos). Nesse quesito, o Estado do Rio foi o que mais avançou entre os estados da Federação. Isso se traduz na melhoria da qualidade do serviço prestado aos alunos e, ainda, na redução da desigualdade entre as diversas escolas da rede estadual.

IDEB
Unidades da Federação 2005 2007 2009 2011 Variação IDEB 2011-2009
1 Goiás 2,9 2,8 3,1 3,6 18%
2 Rio de Janeiro 2,8 2,8 2,8 3,2 15%
3 Piauí 2,3 2,5 2,7 2,9 10%
4 São Paulo 3,3 3,4 3,6 3,9 8%
5 Santa Catarina 3,5 3,8 3,7 4,0 6%
6 Mato Grosso 2,6 3,0 2,9 3,1 6%
7 Amazonas 2,3 2,8 3,2 3,4 5%
8 Tocantins 2,9 3,1 3,3 3,5 5%
9 Amapá 2,7 2,7 2,8 3,0 5%
10 Pernambuco 2,7 2,7 3,0 3,1 3%
11 Minas Gerais 3,4 3,5 3,6 3,7 1%
12 Roraima 3,2 3,1 3,5 3,5 1%
13 Ceará 3,0 3,1 3,4 3,4 0%
14 Sergipe 2,8 2,6 2,9 2,9 0%
15 R. G. do Norte 2,6 2,6 2,8 2,8 0%
16 M. G. do Sul 2,8 3,4 3,5 3,5 -1%
17 Distrito Federal 3,0 3,2 3,2 3,1 -1%
18 Maranhão 2,4 2,8 3,0 3,0 -1%
19 Espírito Santo 3,1 3,2 3,4 3,3 -2%
20 Paraíba 2,6 2,9 3,0 2,9 -3%
21 Bahia 2,7 2,8 3,1 3,0 -4%
22 Acre 3,0 3,3 3,5 3,3 -5%
23 Paraná 3,3 3,7 3,9 3,7 -6%
24 R. G. do Sul 3,4 3,4 3,6 3,4 -7%
25 Alagoas 2,8 2,6 2,8 2,6 -7%
26 Pará 2,6 2,3 3,0 2,8 -8%
27 Rondônia 3,0 3,1 3,7 3,3 -10%
BRASIL 3,0 3,2 3,4 3,4 0%
RJ Público e Privada 3,3 3,2 3,3 3,7 12%

Nota média padronizada (IN)
Unidades da Federação 2005 2007 2009 2011 Variação IP 2011-2009
1 Rio de Janeiro 3,83 3,97 4,11 4,37 6%
2 Santa Catarina 4,40 4,56 4,50 4,75 6%
3 Distrito Federal 4,64 4,88 4,34 4,55 5%
4 Tocantins 3,63 3,78 3,97 4,15 5%
5 Goiás 3,87 3,89 4,19 4,37 4%
6 Mato Grosso 4,00 4,01 4,06 4,22 4%
7 Piauí 3,56 3,55 3,73 3,83 3%
8 São Paulo 4,16 4,39 4,51 4,62 2%
9 Amazonas 3,41 3,65 3,97 4,06 2%
10 Minas Gerais 4,52 4,66 4,59 4,66 2%
11 M. G. do Sul 4,44 4,45 4,83 4,87 1%
12 Maranhão 3,25 3,61 3,74 3,76 1%
13 Pernambuco 3,70 3,72 3,88 3,87 0%
14 Roraima 4,24 3,96 4,30 4,26 -1%
15 Amapá 3,91 3,83 4,08 4,02 -2%
16 R. G. do Norte 3,61 3,78 3,96 3,88 -2%
17 Ceará 3,97 4,04 4,15 4,06 -2%
18 Rondônia 4,20 4,23 4,62 4,5 -3%
19 Paraíba 3,53 3,83 3,99 3,86 -3%
20 Sergipe 3,96 3,60 4,08 3,89 -5%
21 Alagoas 3,75 3,51 3,82 3,6 -6%
22 Espírito Santo 4,32 4,11 4,65 4,38 -6%
23 Acre 3,87 4,19 4,32 4,06 -6%
24 Paraná 4,41 4,55 4,76 4,46 -6%
25 R. G. do Sul 5,05 4,83 5,16 4,8 -7%
26 Bahia 3,82 3,97 4,29 3,96 -8%
27 Pará 3,63 3,67 4,15 3,74 -10%
BRASIL 4,06 4,18 4,34 4,32 -0,4%

Unidades da Federação 2005 2007 2009 2011 Variação IP 2011-2009
1 Goiás 0,74 0,73 0,73 0,83 13%
2 Rio de Janeiro 0,72 0,69 0,68 0,73 8%
3 Piauí 0,65 0,71 0,72 0,77 7%
4 Amapá 0,69 0,69 0,70 0,74 6%
5 São Paulo 0,79 0,78 0,80 0,84 5%
6 Sergipe 0,72 0,73 0,70 0,74 5%
7 Bahia 0,71 0,71 0,72 0,75 5%
8 Espírito Santo 0,71 0,77 0,72 0,75 4%
9 Pernambuco 0,73 0,72 0,78 0,81 3%
10 Amazonas 0,67 0,77 0,82 0,84 3%
11 Ceará 0,74 0,77 0,81 0,83 3%
12 R. G. do Norte 0,72 0,68 0,72 0,73 2%
13 R. G. do Sul 0,68 0,70 0,71 0,72 2%
14 Pará 0,73 0,61 0,73 0,74 2%
15 Roraima 0,77 0,78 0,81 0,82 2%
16 Mato Grosso 0,65 0,75 0,72 0,73 2%
17 Acre 0,77 0,80 0,81 0,82 2%
18 Paraná 0,75 0,82 0,82 0,83 1%
19 Paraíba 0,75 0,76 0,75 0,76 1%
20 Santa Catarina 0,79 0,82 0,83 0,84 1%
21 Tocantins 0,80 0,83 0,84 0,84 1%
22 M. G. do Sul 0,64 0,76 0,73 0,73 0%
23 Minas Gerais 0,76 0,76 0,79 0,79 0%
24 Alagoas 0,74 0,73 0,73 0,72 -1%
25 Maranhão 0,75 0,78 0,81 0,79 -2%
26 Distrito Federal 0,64 0,66 0,73 0,69 -6%
27 Rondônia 0,70 0,73 0,80 0,74 -7%
BRASIL 0,75 0,76 0,78 0,78 1%

Para melhorar a qualidade do ensino da rede estadual e, consequentemente, alcançar melhor colocação no ranking do Ideb, a Seeduc colocou em prática diversas ações estratégicas, entre elas a implementação do Currículo Mínimo; aumento do número de alunos em reforço escolar (de 60 mil em dezembro de 2010 para 160 mil em dezembro de 2011); redução da carência de professores (de 12 mil em dezembro de 2010 para 1.000 em dezembro de 2011); implementação de ferramenta de gestão escolar (Gide); processos seletivos para funções estratégicas, como direção de escolas; remuneração variável por metas atingidas; criação de benefícios para os docentes, como auxílio transporte; regularização dos passivos com servidores; redução de gastos na ordem de R$ 165 milhões em 2011; investimento de R$ 120 milhões na infraestrutura das unidades escolares; maior investimento por aluno (de R$ 2.700,00 no final de 2010 para R$ 4.061,00 no final de 2011); formação continuada para os professores (4 mil docentes em 2011 e 7 mil, em 2012); e avaliações diagnósticas bimestrais (Saerjinho).


 
Indicador de fluxo


No indicador de fluxo escolar, a notícia também é positiva. A rede estadual obteve a segunda melhor variação do Brasil.
“É importante salientar que o avanço no indicador de fluxo se deve, principalmente, à redução do nível de abandono (de 16,5% em 2009 para 14,4% em 2011). Analisando o comportamento da taxa de rendimento divulgada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), percebemos que a variável ‘abandono’ contribuiu com 77% na melhoria da respectiva taxa. Essa notícia também merece ser comemorada, porque investimos na permanência dos alunos com ações de reforço escolar e com o programa Renda Melhor Jovem (benefício destinado a alunos vindos de famílias com renda per capita mensal de R$ 120,00)”, afirmou Risolia.
Outra boa notícia diz respeito ao resultado consolidado das redes pública/privada. A variação de Ideb na rede privada foi negativa em 4% (de 5,7 em 2009 para 5,5 em 2011). Por outro lado, a rede estadual apresentou variação positiva de 15% (de 2,8 em 2009 para 3,2 em 2011), o que fez haver uma melhoria do Ideb total. O estado, no geral, saiu de 3,3 em 2009 para 3,7 em 2011.


Tanto nos anos iniciais como nos anos finais, melhoramos o Ideb em relação a 2009, que variou 4% e 9%, respectivamente. Nos dois segmentos, o Estado manteve a posição no ranking (17º e 22º), embora o Rio tenha obtido a 8ª melhor variação do Brasil no Ensino Fundamental II. Neste segmento, somente 56% dos Estados cumpriram as metas estabelecidas pelo MEC.
“Isso demonstra que precisamos buscar uma sincronia entre as políticas dos municípios e estados. O desejado é que os municípios tenham um planejamento de longo prazo, com objetivos claros e governança adequada. Vale lembrar que a rede estadual recebe, anualmente, novas matrículas do Ensino Fundamental - que cresce ano a ano -, oriundos das redes municipais que não conseguem oferecer esse segmento. Isso significa dizer que os alunos chegam à rede estadual com elevada defasagem de conteúdo e, ainda, em situação de defasagem idade/série preocupante, o que torna o nosso desafio ainda maior”, analisou Risolia.No Ensino Fundamental I, a participação do Estado é pouco representativa, pois vem dando terminalidade às séries iniciais
“A participação da sociedade é fundamental nesse movimento, pois precisa cobrar que as prefeituras trabalhem em sincronia com o Estado. O foco das ações estratégicas precisa ser, sempre, os alunos e professores, que são os atores principais da relação ensino/aprendizagem”, afirmou o secretário.